Profissionais do abraço

Em tempos de crise, não é nada fácil conseguir emprego, mas e se você pudesse ser pago para dormir - de forma terapêutica e não sexual - de conchinha com alguém?

Carreira
Data: 7 de julho de 2016
[Créditos: Reprodução/Internet]

Quando o assunto é ter um emprego e trabalhar, qual a parte mais difícil: ter que levantar cedo todos os dias ou arranjar um emprego do qual você realmente goste?

Se você tem algum talento ou gosto menos convencional que a maioria, ou diferente do que a maioria dos trabalhos espera ou exige, certamente faz parte do segundo grupo. Agora, se você não dispensa uma boa oportunidade de ficar na cama, não restam dúvidas de que seu problema é mesmo o primeiro.

Ainda assim, você tem que trabalhar, mas já pensou se fosse possível unir o útil ao agradável e ser pago [muito bem, aliás] para… ficar deitado? Sim, o emprego dos sonhos já existe.

Agora, você pode ser um “profissional de conchinha”, por um pagamento que não é  de se jogar fora: US$ 80 [ou R$ 260]  por hora!

A  empresa norte-americana Cuddlist oferece sessões terapêuticas e não sexuais, com profissionais certificados de conchinha [cuddle, no correspondente em inglês] para pessoas solitárias.

No site da empresa,  que já foi notícia em alguns dos principais jornais  do país, é possível ter acesso a uma lista de perfis dos profissionais da empresa, ver suas descrições e descobrir qual mais se encaixa com você.

É possível ainda filtrar a lista por gênero e por localização, com 15 cidades onde “cuddlers” da companhia podem ser encontrados, de Nova York a Chicago.

O site ainda  conta com uma área onde  os clientes podem ter acesso ao código de conduta da empresa, ver as perguntas frequentes e também descobrir como os profissionais da Cuddlist trabalham.

Para quem ficar na dúvida, ainda é possível contatar o profissional a ser contratado para tirar dúvidas ou agendar a sessão diretamente com ele.

“Existem diversos tipos de clientes: homens, mulheres, gente mais velha, gente mais nova – eles nos procuram em busca de interação humana“, conta Adam Lupin, CEO da empresa.

O sucesso do serviço está sendo tão grande que a Cuddlist tem recebido  até 200 solicitações de sessões por semana. Mas, com apenas 40 “abraçadores” trabalhando, a companhia já está recebendo currículos para a contratação de novos profissionais.

Os interessados no trabalho, ou pelo menos no salário, podem enviar o currículo pelo próprio site e, quem sabe, se tornar um abraçador certificado, com seu próprio perfil no site, material de marketing, suporte e  treinamento oferecidos pela empresa.

Quer saber mais? Conheça a página da Cuddlist no Facebook e confira o vídeo:

 

 

 

 

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