Ratier estreia na SPFW

Prestes a completar um ano a grife leva a passarela da SPFW o inverno mais frio da temporada de desfiles

Estilo
Data: 26 de outubro de 2015
(Créditos: Zé Takahashi/Agência Fotosite)

Em novembro de 2014, o empresário Renato Ratier [proprietário da D-Edge, balada paulistana] iniciava uma nova empreitada: a grife Ratier.

Em outubro de 2015 o empresário Renato Ratier [proprietário da D-Edge e da Ratier] iniciava uma nova empreitada: estrear sua grife nas passarelas da São Paulo Fashion Week.

E a marca chegou com fôlego. Foi responsável por um dos maiores desfiles da SPFW, apresentando 52 looks, sendo 26 masculinos. O clima frio, reforçado pelo gelo seco usado na cenografia da passarela, possuía ar minimalista, porém, com um toque industrial. Talvez tenha sido a coleção que mais apostou no clássico inverno, com uma cartela de cores altamente típica: preto, cinza, vermelho e branco.

A coleção foi inspirada no estilo dos japoneses que, tradicionalmente, usam vestes que dizem muito da sua personalidade [até quando, para nós ocidentais, parece dizer quase nada]

A ideia de Ratier foi apostar no streetwear fashionista, com menos detalhes e mais atitude. E é isso que você necessita se quiser apostar nas criações do estilista. Os mais ousados podem reproduzir na íntegra o que viram na passarela. Já os mais contidos, conseguem usar peças com adaptações à sua personalidade.

Mas a Ratier chegou para todo mundo, para os guerreiros, inclusive, que surgiram nas peças de couro com pouco acabamento e ombreiras. A silhueta [assim como em outros desfiles] aparece alongada e levemente deslocada, tipo túnicas. Já o tricô ganha peso extra, surgindo bem espesso e texturizado.

Confira as apostas masculinas da Ratier e o pastor alemão branco que roubou a cena no último dia de SPFW:

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